A edição deste ano da Marcha para Jesus em Anápolis, que ocorreu na tarde do último sábado (30) não teve o tradicional uso do evento religioso para a realização de proselitismo político. Por recomendação de Márcio Corrêa (PL) à organização, os discursos fossem vedados. O locutor do evento anunciou esta decisão, mas citou nomes de quem havia enviado dinheiro para a estrutura do encontro.
Desta forma, não houve o “chamamento das autoridades” ao palanque montado no carro de som. Normalmente, há um espaço aos políticos presentes para discursar a fieis cristãos. Dois argumentos foram apresentados.
O primeiro deles é o fato de – este ano – haver verbas públicas e municipais bancando parte da estrutura necessária. Corrêa teria alertado para o uso político de verba pública. Agrava-se a isto se tratar de um ano eleitoral em que grande parte dos participantes políticos estão mirando as eleições.
O segundo ponto defendido pelo gestor anapolino é quanto à natureza religiosa do encontro. Como teria dito aos organizadores: “o evento é específico para uma pessoa só. A marcha é para Jesus e só”.






