A longa novela para garantir à Aurora EADI a operação que lhe foi concedida por uma licitação federal em 2018, enfim, terminou. Depois da derradeira vistoria nas instalações da empresa, a prefeitura liberou o Alvará de Funcionamento, o último que faltava antes da finalização do processo de alfandegamento na Receita Federal.
A estimativa da empresa é que a operação comece em 30 dias. A previsão é da diretora da Aurora, Paola di Gregório, que comemora a decisão como um ganho para todos. “Ganha a legalidade, já que vamos colocar em operação um contrato conquistado numa licitação federal, a empresa que conseguirá honrar seus compromissos e investimentos e principalmente a Economia de Anápolis e da região, com um serviço de excelência e qualidade garantida”, destacou.
A empresa já investiu R$ 150 milhões em Anápolis na construção de uma estação aduaneira no coração do Daia. No processo de instalação, a Aurora atendeu exigências da Agência Goiana de Infraestrutura e Transporte (Goinfra) para a construção de um novo acesso à GO-330.
Segundo Di Gregório, a operação vai gerar 1 mil empregos diretos e indiretos no município. Diversos quadros já estavam contratados mesmo antes do início das atividades e passaram por treinamento em outros centros alfandegados da Aurora no país.
A partir do alfandegamento da empresa, o Porto Seco Centro-Oeste, que operou por anos com base num contrato emergencial a despeito da vitória da Aurora no processo licitatório federal – perderá o status de estação aduaneira. A partir disso, empresas que realizam o desembaraço por lá terão três meses para retirar as mercadorias e transferi-lo para uma estrutura autorizada. Em Anápolis, apenas a Aurora terá esta autorização.






