A Quebec Ambiental, que venceu a licitação da limpeza urbana e operação do aterro sanitário em Anápolis, tratou o novo contrato como “o início de um novo momento para o sistema”. Segundo a concessionária – que atua no município desde 2020 e é alvo de críticas frequentes dos moradores – a nova proposta é “mais moderna, estruturada e alinhada às reais necessidades do município”.
Ao Anápolis Diário, a companhia afirmou que vai acrescer à sua equipe de trabalho na cidade 28% de mão de obra. Também haverá um aumento de 45% no volume de equipamentos.
Entre as novidades, como mostrou o AD em entrevista com o secretário de Obras, Habitação, Planejamento Urbano e Meio Ambiente, Thiago Sá, está a varrição mecanizada. A concessionária cita ainda a implantação e operação de ecopontos para recebimento de resíduos da construção civil, tratamento de chorume por meio de processos físico-químicos e biológicos e implantação de usina de reciclagem de resíduos da construção civil.
“O novo modelo também contempla a adoção de tecnologias mais sustentáveis, incluindo veículos de apoio com propulsão elétrica e o uso de alternativas energéticas ambientalmente mais adequadas, reforçando o compromisso com inovação e responsabilidade ambiental”, afirmou a Quebec, ao se referir aos caminhões, que também poderão ser abastecidos com biodiesel advindo do biogás do tratamento do lixo.
FIM DOS PROBLEMAS?
De acordo com a Quebec, as reclamações dos moradores em relação à coleta domiciliar serão coisa do passado quando o novo contrato for assinado. Segundo a empresa, a licitação “garante maior viabilidade operacional e amplia significativamente a capacidade de resposta às demandas do município, contemplando 17 frentes de serviços”, das quais, diz a companhia, destacam-se coleta domiciliar e seletiva, além de serviços de roçagem e capina.
“Mais do que uma ampliação, trata-se de uma evolução do sistema como um todo”, finaliza a empresa.






