A primeira reunião entre a presidente da Câmara, Andreia Rezende (Avante), e o Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais (SindiAnápolis) terminou sem a apresentação de uma proposta de data-base para os servidores do poder legislativo.
O presidente do SindiAnápolis, Grattony Gratão, se encontrou com Rezende na tarde desta segunda-feira (23), no escritório dela. A conversa foi breve, mas abriu o diálogo que até então não existia entre a mesa diretora e a representação dos servidores.
Rezende admitiu que a Câmara precisa pagar a data-base, que por lei é o índice inflacionário do ano anterior. Neste caso, o de 2026 seria de 4,26%. No entanto, alegou que o poder legislativo passa por um momento de arrocho financeiro, com crescimento tímido do duodécimo. Ela prometeu ao SindiAnápolis concluir um estudo de impacto para retomar o diálogo ainda esta semana.
Como contrapartida, o sindicato decidiu suspender os movimentos, anunciados no início do mês, para ajuizar o tema. O SindiAnápolis planeja uma ação judicial para cobrar a Câmara as datas-bases de 2025 – que também não foi paga – e a de 2026.
Uma nova reunião está prevista para quarta-feira (25) ou quinta-feira (26).






