Senador eleito, Gustavo Gayer é tido como candidato a assumir o controle do PL estadual. O começo deste movimento ocorreu nas horas seguintes à apuração do primeiro turno quando ele, ao lado de Vitor Hugo e Márcio Correa, articularam o apoio de Daniel Vilela (MDB) a Flávio Bolsonaro.
A costura feita sem a participação de Wilder Morais funcionou. Agora, Gayer ensaia um novo movimento: levar o grupo do PL na Alego para a base governista de Vilela. Alguns nomes do PL goiano são estratégicos para que Wilder Morais continue com força no partido e na queda-de-braço pela legenda.
Caso Gayer consiga levar o grupo ou parte dos cinco nomes, irá enfraquecer Morais. Dos cinco, dois são mais próximos e fieis a Morais: Lissauer Vieira e Eduardo Prado.
A depender do resultado desta empreita, o grupo de Gayer pode avançar ainda mais na missão de assumir a legenda. Neste cenário, Corrêa sairá fortalecido, ainda mais após o enfrentamento público que protagonizou com Wilder ao longo da campanha.
Ainda há outro caminho: caso Gustavo Gayer não queira pessoalmente assumir o partido, um dos nomes que pode ocupar o espaço é justamente o prefeito anapolino. Márcio Corrêa é nome de confiança do senador eleito, de quem disse ser “eternamente grato” pelo empenho na campanha.






