A gestão fiscal reoxigenou a administração municipal, e o grande termômetro disto foi a conquista da nota B na Capacidade de Pagamento — a Capag, índice do Tesouro Nacional para avaliar a saúde financeira das administrações públicas.
Isto, de forma imediata, permitirá que a prefeitura renegocie os juros do empréstimo contraído na gestão Roberto Naves, visando dar alguma mobilidade financeira para realizar investimentos.
Esta limitação não impediu a cidade de abrir 50 novas frentes de trabalho em obras. Este foi o tema de uma espécie de prestação de contas feita pelo prefeito Marcio Corrêa (PL). Em vídeo divulgado na noite de segunda-feira (02), o gestor ainda destacou a origem dos investimentos.
“Podemos garantir que 90% das obras são frutos de emendas e investimentos que não envolvem o caixa da prefeitura”, disse o prefeito, destacando a atuação dos setores técnicos da gestão em conceber os projetos e adequar para o recebimento das emendas.
Ainda há para a segunda metade da gestão municipal os investimentos previstos pelo PAC, com parcerias já firmadas com o Governo Federal e, ainda, as “obras estruturantes”, como definiu Correa.
Entre elas estão a remodelação do sistema de mobilidade, com foco no transporte coletivo e, ainda, a construção de um novo hospital municipal para a cidade.






