O clima anda tenso e ruim no PT de Goiás. O ponto de partida é a insatisfação generalizada da legenda em não ter Adriana Accorsi como candidata ao Governo de Goiás e ter de pedir voto a Luís César. A deputada prefere a reeleição do que ter chances remotas e apenas tentar “provocar” um segundo turno mais acirrado.
Mas diversas lideranças não aceitaram nem o nome de Luís César e nem a máxima do “não é não”. Foram até a direção nacional pressionar para que Accorsi fosse convocada a atender um chamado do partido, a pedido de Lula.
A deputada federal então dobrou a aposta. Em comunicado, a presidente estadual do PT goiano pediu respeito. “Os dirigentes estaduais deveriam seguir o exemplo do presidente e respeitar a resposta das mulheres”, escreveu, citando ainda o caso de Marília Campos em Minas Gerais, que vive situação semelhante.






