No primeiro levantamento realizado pela Directa Pesquisas para o Anápolis Diário, o pré-candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB) lidera a corrida pelo Palácio das Esmeraldas com 31,9% das intenções de voto. Na segunda posição, está o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), com 18,1%.
O tucano aparece na segunda posição em percentual numérico, mas está tecnicamente empatado com o senador Wilder Morais (PL), que chega a 14,3%. Como a margem de erro é de 3,46% para mais ou para menos, a posição de ambos pode ser invertida.
Em seguida, está a deputada estadual Adriana Accorsi (PT). Apesar de não ter declarado sua pré-candidatura, Accorsi chega a 6,1% de intenções de votos anapolinos. Fecha o grupo de pré-candidatos, Telêmaco Brandão (Novo), com 0,9%.

ESPONTÂNEA
Os anapolinos que declararam anular o voto são 12,8%. Já os que se afirmam indecisos em sua escolha ao Governo de Goiás totalizam 15,9%. A Directa realizou 800 entrevistas entre os dias 15 e 17 de abril, com variação de margem de erro de 3,46% para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o número 07390/2026.
Na aferição espontânea o emedebista também lidera na cidade, com 16,1%. Ele é seguido por Marconi Perillo e Wilder Morais, com 6,5% e 4,9% respectivamente. Adriana Accorsi é citada por 3,1%. Ronaldo Caiado (2,30%), Rubens Otoni (0,6%),
Márcio Corrêa (0,3%) são outros nomes lembrados. Nenhum deles é pré-candidato ao Governo de Goiás.
Completam o quadro outras citações, com 2,20% e nulo, 3,9%. Os que disseram ainda não sabe em quem votar quando não são apresentados nomes somam 60,1%.

REJEIÇÃO
Questionados sobre quais candidatos não votariam de jeito nenhum, os anapolinos indicaram maior rejeição ao nome do PT. Adriana Accorsi tem 15,9%. Ela é seguida – em empate técnico – pelo ex-governador Marconi Perillo, que tem 14,8%.
Já o pré-candidato do Novo, Telêmaco Brandão aparece com 3,3% de rejeição. O atual governador emedebista tem 2,8% de restrição por parte dos eleitores anapolinos, e Wilder Morais chega a 2,4%. Mais da metade dos eleitores, 53,2% dizem não rejeitar ninguém e 2,2% disseram não saber opinar.






