O engenheiro Ricardo Vilela, responsável pela Mobicon, empresa que realiza a obra da trincheira na BR-153, disse ao Anápolis Diário (AD) que o baixo número de trabalhadores verificado no canteiro de obras da empresa decorre da dificuldade de encontrar profissionais para atuar no projeto.
“Há dificuldade de se encontrar mão de obra, mas situação será regularizada esta semana”, afirma responsável por obra de viaduto. “Grande parte dos nossos funcionários são de fora do município”, completa.
O empresário explica que, com o feriado, a empresa decidiu liberar os trabalhadores. “A situação será regularizada no decorrer desta semana, quando haverá a volta dos funcionários do feriado e assim tudo seguirá dentro do planejado”, garante.
Vilela ainda acredita que o cronograma de entrega do tão-esperando “Viaduto do Recanto do Sol” seja cumprido até setembro deste ano. Isto caso não haja qualquer alteração no ritmo de pagamentos feito pela Prefeitura de Anápolis.
“Ocorreu um atraso nos pagamentos na obra que impossibilitou que a obra fosse finalizada no ano passado. Porém, temos o comprometimento da nova administração, que a obra é prioritária e que a situação será colocada em ordem, como já está sendo feito, para que não haja impactos no cronograma pactuado”, revela.
Apesar do que foi afirmado pelo prefeito Márcio Corrêa (PL) no começo do ano, antes de se reunir com a empresa e liberar a retomada da obra, o projeto segue sua versão original.
Corrêa chegou a afirmar ter dados técnicos de que o projeto tinha falhas graves de concepção e que precisariam ocorrer alterações para ser finalizado. Questionado se seria necessária alguma alteração no projeto original, feito pela própria Mobicon, Vilela foi taxativo: “o escopo geral do projeto segue a concepção inicial”.
Conforme mostrado pelo Anápolis Diário, hoje pela manhã havia somente dois trabalhadores atuando na obra da trincheira do Recanto do Sol. E, apesar de ter ocorrido apenas um repasse da gestão municipal à empresa, a direção da Mobicon acredita que não haverá alteração na programação de pagamentos. A ausência de novos pagamentos não teria, portanto, relação com a baixa movimentação de trabalhadores na obra.






