O AEE – Atendimento Educacional Especializado – é um desafio para a rede de ensino público em todo o país. Seja por dificuldade de criação de um espaço acolhedor e tecnicamente apropriado ou mesmo para contratação e manutenção de monitores e professores especializados neste tipo de atuação.
Atualmente, Anápolis não conta com salas multissensoriais nas unidades escolares, tendo – em grande parte – salas adaptadas para diversos tipos de matriculas especiais e não somente TEA – Transtorno do Espectro Autista.
A rede municipal de Anápolis, segundo o INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – conta com 2.336 matriculas, de acordo com dados de 2025. O numero representa quase 100 vezes mais do que toda a rede de Montidiviu do Norte, segundo a mesma fonte.
O município do Norte de Goiás, no entanto, foi alvo de investimento de R$ 235 mil por intermédio de emenda do deputado estadual Coronel Adailton (SD) para a construção de uma sala especializada TEA. A unidade escolar escolhida tem apenas sete alunos matriculados com esta demanda específica, de acordo como INEP.
Somente em Anápolis, duas grandes unidades figuram entre as que mais registram matriculas especiais. A unidade Rosevir Ribeiro de Paiva tem 68 matrículas de alunos especiais, enquanto a Lions Anhanguera, 59 matrículas.







