A Coluna Farol tentou contato com a candidata a deputada federal Rebeca Romero (PSDB). Considerada uma das vozes femininas mais importantes da nova geração no ninho tucano, a presidente do PSDB Mulher de Goiás é anapolina e tenta uma cadeira na Câmara Federal.
Por isto, a reportagem buscou a candidata e também sua assessoria. O objetivo era saber das alianças eleitorais, as chamadas “dobradinhas”, bem como as estratégias para a campanha tanto na cidade quanto em todo o Estado.
Não foi possível. Logo na primeira pergunta, sobre o motivo de não fechar aliança local com Walter Vosgrau, também nome único que disputa cadeira na Alego, a reportagem foi recebida com rispidez. “Me ajude a entender a relevância dessa informação. É algo para descredibilizar o Dr. Vosgrau pelo afastamento dele do prefeito da cidade?”, questionou a assessora de Rebeca Romero.
O titular desta coluna atendeu à demanda: “Estas questões são importantes para o veículo. Nosso papel como jornalistas é checar com as partes e pedir posicionamentos”.
Ao invés do atendimento à questão – quase uma mera formalidade eleitoral – recebeu um posicionamento não da candidata, mas uma declaração pessoal da própria assessora. “Estamos aqui para fazer política séria, campanha justa, não alimentar portais com desavenças e conchavos contra outros candidatos, sejam quais forem”.
Havia ainda outras duas perguntas que a coluna pretendia fazer: qual seria a estratégia para chegar ao eleitor anapolino e o planejamento para outros municípios e, ainda, como a candidata, sendo presidente da legenda no Estado no segmento feminino, poderia usar sua candidatura para atrair mais mulheres ao debate público. Não foi possível entregar o questionamento. O espaço segue aberto para a candidata anapolina.






