A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Anápolis anunciou oficialmente o seu desligamento do Fórum Empresarial do município, colegiado que reunia 17 entidades classistas, incluindo a CDL que, agora, desfalca o grupo. O objetivo da agenda empresarial é unificar pautas e reivindicações do setor produtivo.
A decisão, que altera a correlação de forças, foi comunicada aos integrantes do colegiado no início da noite de domingo (28) por meio de uma carta assinada pelo presidente da entidade, Luis Miguel Mendes.
No documento, a CDL justifica a saída afirmando que a medida foi “amplamente amadurecida” e está fundamentada em sua atual diretriz de atuação. Segundo Mendes, a diretoria avaliou que as frentes de trabalho da instituição não reúnem, neste momento, as condições necessárias para contribuir de forma efetiva com o avanço das pautas do Fórum. O dirigente destacou ainda a dificuldade de somar para o “fortalecimento da unicidade e dos resultados” que o grupo busca alcançar. “Agradeço pelo acolhimento e espaço que me deram, saibam que foi muito importante para o meu aprendizado”, declarou Mendes na correspondência.
A saída da CDL dos debates plurais pelo desenvolvimento econômico acontece em meio a uma crise de entendimentos motivados pelo movimento “Prospera Anápolis”. A CDL liderou as reuniões, sendo a sede dos encontros entre empresários e os vereadores liderados por Andreia Rezende (Avante).
Só que três meses depois de uma grande movimentação midiática, nenhum avanço foi sinalizado pelo “Prospera Anápolis”. O ponto alto de desgaste foi quando o Fórum marcou uma nova reunião de prestação de contas de Andreia na CDL, mas a vereadora – após confirmar sua participação – cancelou a reunião na noite anterior à data.






