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Queda de Anápolis no PIB é prova que projetos de industrialização foram eleitoreiros e mirabolantes

Nos últimos 20 anos, tentativas de se expandir áreas para atrair novas indústrias sob o comando municipal ou estadual foram infrutíferas e ficaram mais no discurso político mirando votos que gerando resultados práticos

Redação por Redação
26/12/2025
Queda de Anápolis no PIB é prova que projetos de industrialização foram eleitoreiros e mirabolantes
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Ao longo dos anos, o Daia segurou as pontas na Economia anapolina, que não buscou diversificação pelo protagonismo industrial, mas também não alimentou o potencial desta vertente econômica. Os números, mal interpretados ou usados para esconder um problema que crescia silenciosamente, mostravam que o PIB de Anápolis só crescia a cada ano. O que ninguém dizia é que o crescimento era pequeno e na verdade, Anápolis desacelerava.

O Daia, apesar de contar com vastas áreas desocupadas e sem qualquer proveito, está “lotado”. Isto porque ao longo dos anos o Distrito Industrial de Anápolis tornou-se alvo de especulação imobiliária. Amparados por brechas na Justiça, as áreas que deveriam ser cedidas para investidores caíram nas mãos de “donos’ que a “negociam” com o devido respaldo legal.

Assim, foram sendo criadas alternativas municipais e estaduais para resolver a questão. Os nomes foram mudando. Em ao menos duas décadas, desde o começo da saturação do Daia, projetos foram apresentados por prefeitos anapolinos com o mesmo objetivo: ampliar as chances de atração de novas indústrias, gerando mais investimento externo para Anápolis.

 

MINI-DAIA

Há 20 anos, o então prefeito Pedro Sahium foi pioneiro na criação de espaços alternativos. Na sua reta final de gestão criou o “Mini Daia”, uma ideia viável, como o tempo viria a mostrar em outras cidades que hoje passaram o PIB de Anápolis, como Rio Verde e Aparecida.

Só que na prática, o projeto feito em clima de fim de governo não prosperou e gerou uma série de problemas ambientais, muitos deles indo parar no Ministério Público.

 

POLITEC

Outra iniciativa municipal que atravessou os anos no discurso político sobre a pauta econômica começou na gestão do prefeito Roberto Naves (Republicanos), de 2017 a 2024. Era o chamado “Politec” – Polo Industrial e Tecnológico de Anápolis. Enquanto em sua plataforma de campanha de 2016, uma das acusações aos governos anteriores era a falta de políticas municipais de atração de indústrias, Naves passou grande parte dos oito anos citando o Politec como uma iniciativa capaz de mudar o perfil econômico do município.

A ideia, que não era a reinvenção da roda, é um modelo viável e que vem sendo replicado em todo o Brasil. A prova de que dá certo é que Aparecida de Goiânia e Rio Verde, as duas cidades que ultrapassaram Anápolis no PIB, usaram exatamente deste modelo de atração. Ao que tudo indica lá deu certo.

Aqui, a área foi alvo de diversos questionamentos legais, sendo suspensa diversas vezes e se arrastou muito mais no discurso que na ação e resultado. A última notícia sobre o Politec é de janeiro do ano passado, quando a gestão municipal destacou que 80% das ruas haviam sido abertas. Até hoje o local patina em solução ou função.

 

O então vice-prefeito Márcio Cândido (PSD) apresenta o Politec na ACIA sob o lema “o problema que virou solução”

 

“PRIMEIRA” EXPANSÃO

Anos depois, em 2011, o primeiro grande golpe de marketing envolvendo a “ampliação do Daia”. Durante o Governo Marconi Perillo, o então secretário de Indústria e Comércio, Alexandre Baldy (PP) – hoje à frente da Agehab no Governo Caiado – lançou a expansão do território industrial: 50 alqueires.

No anúncio feito com grande estardalhaço, cerca de 2,5 milhões de metros quadrados seriam desapropriados. A Associação Comercial e Industrial de Anápolis comemorou o feito. Mas na prática nada foi feito e não se teve notícia de uma avalanche de novas empresas ou ampliações das já atuantes na cidade.

À época, em entrevista ao Jornal Contexto, Alexandre Baldy fez ainda outro anúncio: o Governo trabalhava, também, para viabilizar o projeto do Polo Tecnológico, com o objetivo de atrair para o Estado empresas com atuação destacada em tecnologia, “agregando valor à produção e elevando o nível da mão-de-obra da região”. Na prática, 14 anos depois, o cenário é completamente diferente do previsto.

 

Destaque na imprensa local em novembro de 2011 era a ampliação do Daia com um prazo definido para gerar a grande mudança

 

NOVA EXPANSÃO

Dez anos depois de exceder o prazo de “120 dias” dado por Baldy e pelo então Governo de Marconi Perillo, foi a vez do deputado estadual Amilton Filho (MDB) se meter nesta mesma plataforma política de expandir o Daia. Sob o nome de “Daia 5.0”, o parlamentar definiu a expansão da região industrial Como “uma das grandes pautas do nosso mandato”.

Se a afirmação for levada a sério, o resultado do mandato do deputado é reprovável. Afinal, mesmo depois de comemorar a conquista de uma nova desapropriação de área, nenhuma ação economicamente relevante foi tomada na atração por novas indústrias.

“Estou muito feliz em ver o sonho de ampliação do Daia se concretizando”, celebrou o deputado estadual Amilton Filho. Em 2021, Amilton comemorou a cessão da área da Plataforma Logística (outro engodo que Anápolis carrega) para o Daia.

 

Em 2021, a mesma expectativa de 2011: a ampliação do Daia, com empresas, empregos e riquezas vem aí…

 

Em 2024, novamente comemorou o edital para entrega de áreas às empresas interessadas. Em setembro deste ano, o deputado novamente comemorou o início das “obras de reurbanização do Daia”. Nada mais se falou sobre a chegada de novas empresas.

Anápolis foi ultrapassada por Aparecida de Goiânia e Rio Verde no ranking do PIB divulgado pelo IBGE. Feito com os números de referência de 2023, a cidade vem demonstrando desaceleração em relação aos municípios vizinhos.

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