A Excel Construtora e Incorporadora, empresa alvo de uma investigação do Ministério Público de Goiás (MPGO) por supostas irregularidades em contratos firmados com a Agência Goiana de Habitação (Agehab), não mantém contratos com a prefeitura de Anápolis. A companhia também não teve vínculos com a administração durante a gestão de Roberto Naves (Republicanos), conforme destacou o ex-prefeito, que procurou o Anápolis Diário para frisar que não celebrou contratos com a Excel.
De propriedade de André Hajjar, alvo da Operação Confrades nesta quarta-feira (18), a empresa está supostamente envolvida em um esquema que mira combater irregularidades tanto na seleção de projetos de engenharia quanto na formalização e execução de contratos voltados à construção de moradias vinculadas ao programa habitacional Pra Ter Onde Morar, da Agehab.
Hajjar foi alvo de busca e apreensão. Imagens divulgadas pelo MP-GO indicam que os agentes encontraram dinheiro em espécie, armas e documentação que será analisada. Também foi alvo da operação o vice-presidente da Agehab, Wendel Garcia. Garcia mantém relação íntima com o empresário.
O MPGO cumpriu nove mandados de busca e apreensão em Goiânia e Anápolis. Foram afastados temporariamente dois servidores da agência. Eles são apontados como os responsáveis por viabilizar a entrada das empresas nos projetos da autarquia.






