Não estava programado, mas era esperado. O ex-deputado e atual titular da Agehab Alexandre Baldy (PP) se colocou como um dos pré-candidatos ao Senado pela base governista. Assim como em 2022, o ex-ministro das Cidades do Governo Temer será um dos nomes a disputar em “chapa avulsa” apesar de integrar a base de Daniel Vilela (MDB).
O anúncio gerou reações distintas em dois recém retornados à base. Enquanto Vanderlan Cardoso (PSD) minimizou a chegada do aliado, afirmando que “não podemos escolher adversários”, o mesmo não aconteceu com o deputado federal e pré-candidato ao Senado Zacharias Kalil.
O parlamentar, que chegou a anuncia seu desembarque do grupo governista para, pouco tempo depois, voltar como filiado ao MDB e com espaço ao Senado, reagiu mal à notícia. “Isso cria um impasse muito grande. Vou exigir o cumprimento do acordo. Não era para ser assim”, reclamou o médico.
O “acordo” ao qual se refere era a limitação de apenas três postulações oficiais da base governista para o Senado que, neste caso, elegerá duas vagas. Zacharias e Vanderlan se somam à primeira-dama Gracinha Caiado (UB), que é uma das pré-candidatas e consideradas das mais fortes.





