A Aurora da Amazônia conseguiu junto à Prefeitura de Anápolis a licença ambiental para funcionamento. O documento é um dos itens fundamentais para garantir o alvará de funcionamento e, enfim, pode cumprir o contrato com a Receita Federal.
O caso vem sendo acompanhado pelo Ministério Público diante das dificuldades geradas por outra empresa: o Porto Seco Centro-Oeste. A empresa, que perdeu a licitação em 2018, opera de forma precária e emergencial enquanto a Aurora tenta se instalar – o que acontece desde 2021.
Quando an Aurora conseguir a autorização, o Porto Seco Centro Oeste terá de deixar de operar e, por isto, cria abertamente resistências jurídicas através do empresário Sérgio Hajjar, ligado ao grupo.
Outro documento obtido por intermédio de uma vitória na Justiça é o Termo de Permissão de Uso (PTU), obtido junto à GoInfra para a realização de obras de adaptação no acesso à GO-330. As obras começam na próxima segunda-feira (09) e devem ser concluídas em 35 dias.
A partir de agora, de posse destas documentações, o caminho da Aurora para o início dos trabalhos só poderá ser interrompido se for criado artificialmente um fato novo como vem ocorrendo desde que a empresa derrotou o Porto Seco Centro Oeste apresentando, entre outras vantagens, um valor de serviço aduaneiro até 40% mais em conta que o praticado atualmente.







