Associações de classe e entidades empresariais que representam quase todos os principais segmentos econômicos de Anápolis apresentaram, em entrevista ao AD, seus pontos de vista para a queda do município no ranking de economias goianas – de segundo para o quarto lugar.
Há quem considere que o quadro não é de estagnação e não há perda de protagonismo, enquanto muitos avaliam que gargalos estruturais e falta de vontade política pesaram para que Anápolis, de pioneira, agora fosse vista no retrovisor.
O AD também questionou as lideranças empresariais da cidade sobre a chave para a retomada do desenvolvimento econômico. Embora cada entidade tenha seu ponto, há argumentos unânimes, como infraestrutura de água e energia, segurança jurídica a partir da regularização fundiária e qualificação de mão de obra. A união da representação política também é vista como crucial.
De todos os dez sindicatos e associações procurados pelo AD, somente os presidentes da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), Luiz Carlos Ledra, e do Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Anápolis (Sinduscon), Luiz Antônio Rosa, não atenderam a um pedido da reportagem para analisar o cenário e propor soluções.
Veja todos os posicionamentos dos líderes classistas que estão dispostos a debater o cenário econômico de Anápolis:






















