O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), figura proeminente do bolsonarismo que foi alvo da Operação Galho Fraco, afirmou que os R$ 430 mil encontrados em um quarto de encontro alugado em seu nome num Flat em Brasília é fruto da venda de um imóvel.
Na explicação do líder da bancada evangélica da Câmara, o comprador do imóvel decidiu pagar em dinheiro vivo e ele, por falta de tempo, deixou o dinheiro escondido em sacos de lixo no imóvel.
Acontece que Cavalcante terá mais a explicar: o montante apreendido é 87 vezes maior do que o patrimônio declarado por Sóstenes à Justiça Eleitoral em 2022, durante as eleições gerais daquele ano, quando o deputado foi reeleito.
Na ocasião, o parlamentar informou possuir exatos R$ 4.926,76, valor mantido em contas bancárias. Isso significa que o deputado detinha apenas 1,15% da quantia localizada em um imóvel registrado em seu nome.






