Não é de hoje que o Instituto Nefrológico de Anápolis anuncia o risco de fechamento dos atendimentos públicos, via Sistema Único de Saúde, em hemodiálise. A crise entre a unidade e os entes públicos remete há, pelo menos, três gestões. A última vez em que foi feito este anúncio foi em 2024.
Agora, a unidade de Saúde conveniada anuncia para o próximo dia 25 de outubro o encerramento dos atendimentos, o que deixou centenas de pacientes crônicos, que dependem do procedimento, em situação de insegurança. O mesmo vem ocorrendo com pacientes com demandas pontuais internados nas demais unidades da rede municipal.
Uma reunião ocorrida há 15 dias envolvendo a Prefeitura de Anápolis e a Fundação James Fanstone, responsável pelo Hospital Evangélico Goiano (HEG), bateu o martelo para definir que o HEG passará a atender os pacientes, suprindo a demanda deixada pela unidade nefrológica.
Conforme apurou o Anápolis Diário, o prefeito Márcio Corrêa (PL) foi questionado por pacientes que vivem a insegurança do atendimento. Ele garantiu que não haverá nenhum dia sem atendimento nesta transição.
As adaptações já estariam em curso no hospital para justamente não haver incerteza nos atendimentos ou mesmo interrupção. O AD apurou que na reunião ficou definida a priorização dos atendimentos a pacientes anapolinos regulados no SUS, uma vez que o município irá absorver o custo sem qualquer contrapartida da Secretaria Estadual de Saúde. Desta forma, não haverá atendimento a pacientes cujas carteiras do SUS forem de fora da cidade.






