Tão logo teve acesso ao relatório técnico de georreferenciamento sobre possíveis invasões do Porto Seco Centro-Oeste da área de segurança da ferrovia sob responsabilidade da Ferrovia Centro-Atllântica, comandada pela VLI Ferrovias, o Anápolis Diário buscou a empresa a fim de obter um posicionamento quanto ao caso.
A reportagem chegou a oferecer uma cópia do laudo recebido a fim de permitir o melhor embasamento quanto a demanda, mas a assessoria de comunicação da empresa não se interessou.
Os questionamentos foram feitos quanto ao relatório técnico que indicava que a empresa Porto Seco ocupa uma área superior a quatro mil metros quadrados do que seria uma invasão a um setor de segurança da ferrovia. A reportagem também questionou o fato de que o mesmo problema teria sido identificado pela empresa em relação à Aurora EADI que, ao contrário do Porto Seco, foi acionada na Justiça com um processo de reintegração de posse.
Em nota, a VLI afirma que “realiza de forma contínua fiscalizações em sua malha e adota as medidas necessárias sempre que identifica situações irregulares em sua faixa de domínio”. Por lei federal, qualquer edificação precisa estar 15 metros distante da linha férrea. A imagem abaixo é da área referente ao Porto Seco Centro Oeste presente no laudo técnico que baseou a reportagem:

“A companhia atua em conformidade com a legislação vigente, e determinações dos órgãos reguladores, utilizando os instrumentos administrativos e judiciais cabíveis para a preservação do patrimônio público sob sua responsabilidade. A companhia está em tratativas com a ANTT e a Aurora para que haja uma regularização definitiva do projeto”, finaliza a nota.






