Inaugurado em dezembro de 2024, o Hospital Municipal Georges Hajjar passou a ser alvo de polêmicas já em janeiro de 2025 quando foi fechado pela atual gestão por decisão direta do prefeito Márcio Corrêa (PL). A justificativa é que a unidade havia sido aberta às pressas e de forma irregular.
Ao longo dos sete meses em que esteve fechado, a unidade foi cabo de chicote político por diversos representantes. Enquanto vereadores oposicionistas gravaram vídeos mostrando que a unidade estava terminada e apta para receber a população, outros parlamentares garantiam que a obra foi entregue inacabada. Líder do prefeito na Câmara, Jean Carlos (PL) chegou a dizer que seriam necessários R$ 10 milhões para terminar a obra. Ele nunca detalhou para onde iria este investimento.
Agora, a polêmica deve chegar fim com a reinauguração e entrega por parte do prefeito Márcio Corrêa do hospital localizado no Residencial Leblon. A gestão da unidade ficará a cargo da Organização Social Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus.
O Hospital Municipal Georges Hajjar conta com mais de 2.700 metros quadrados de estrutura com capacidade para até 96 pacientes, incluindo leitos de enfermaria, emergência, intensivos e de isolamento. São 32 apartamentos duplos hospitalares, 24 leitos para repouso clínico, sala de reabilitação, banheiros e vestiários acessíveis, central de abastecimento farmacêutico, sistema de geradores automatizados, refeitório, área de higienização e estacionamento.






