A notícia veiculada por veículos de comunicação dando conta de que a Aurora EADI teria perdido a concessão da operação da estação aduaneira em Anápolis sem sequer conseguido iniciar a operação é, para Paola Di Gregório, diretora da empresa, a gota d´água do que chama de “atitude desesperada de má-fé”.
“Os derrotados na licitação sabem que perderam, recorreram de todos os modos e perderam em todas as instâncias. Agora, usam de influência política e a ascendência que têm sobre o prefeito para não nos dar o alvará de funcionamento enquanto tentam ganhar tempo. E, agora, a mais nova tentativa é espalhar mentiras pela imprensa”, desabafa Paola Di Gregório.
“Trata-se de uma versão fantasiosa com claro interesse em criar uma versão de realidade. A Aurora deu entrada na solicitação de alfandegamento e o único documento ausente é justamente aquele que o prefeito Márcio Corrêa insiste em não conceder porque isto prejudica os negócios de seus amigos e aliados políticos: o alvará de funcionamento”, explica o advogado Carlos Henrich Andrade. Com isto, explica o representante legal da empresa, a solicitação foi “tão-somente arquivada” até que seja dada entrada em um novo pedido.
“A solicitação não tem absolutamente nada a ver com o direito de exploração do serviço, garantido na licitação”, destaca Andrade. “É fundamental que citemos isto porque está claro que o objetivo agora é dizer que quem perdeu vai levar vantagem sobre quem ganhou na marra, na pressão política, no conchavo”, completa.
“O que se passa em Anápolis é algo digno de Fantástico, de Jornal Nacional. E é o que vai acabar acontecendo. Trata-se de um escândalo sobre como um grupo empresarial consegue ter controle total sobre os trâmites públicos de uma gestão e dão ordens a um prefeito de acordo com seus interesses”, aponta Paola Di Gregório, que promete “continuar pelo tempo que for para que o Direito e as regras do mundo civilizado imperem sobre as armações locais”.






